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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

ELEMENTOS -VELAS

Continuando a série de elementos, vamos discutir neste tópico onassunto velas: quando e quantas usar? Qual cor? Será que a cor influencia no trabalho?
Está aberto o tópico.

Camila

21 comentários:

  1. 1) Sempre acendo uma vela branca para o meu anjo da guarda e uma azul para minha mãe Iemanjá antes da gira. Está certo?

    2)Meu pai de santo é filho de Oxossi, devo acender uma vela para Oxossi também antes da gira?

    3)Se eu não tiver a vela da cor do Orixá posso acender uma vela branca e oferecer a Ogum, por exemplo?

    4)Devo acender uma vela para a segunda parte da gira também? Por exemplo. Se for gira de preto velho acender uma vela para preto velho antes de começar a segunda parte?

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  2. Gostaria de começar no bem básico Camila:
    1. Qual a função da vela no ponto riscado?

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  3. Bom o numero de velas, eu não saberia responder.. mais sua importância é fundamental, pois o fogo, a chama, é um elemento muito importante nesta comunicação com o Astral.... A cor deve influenciar sim,a não ser a branca que considero sendo neutra ( posso estar errado) , mais a cor deve ser, a que representa a linha solicitada.... Porém mesmo assim podemos ter algumas variações como por exemplo para Oxossi, Caboclos e Juremas, a vela pode ser inteira verde, metade verde e metade branca, ou 01 verde junto com 01 branca??????

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  4. Vanessinha,
    1) não está errado acender a vela antes de ir para a gira, mas você pode deixar para acender assim que chegar no terreiro, por que é o lugar mais adequado.
    2) Quanto a vela de Oxossi, no caso Orixá do teu Pai de Santo, é desnecessário, pois ele quem deve alimentar o seu santo.
    3) Em não havendo cor da vela, pode acender uma branca sim.
    4) Se você sentir necessidade de acender, pode acender, mas não precisa fazer disso uma regra. Geralmente as pessoas acendem quando ganham de alguma entidade.

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  5. Andrea,

    o fogo é o principio e ele é de grande importância em qualquer trabalho. A vela e sua cor direcionam essa força para onde queremos.

    Axé,
    Camila

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  6. Lucio,
    Está bem correta a postagem.

    Axé,
    Camila

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  7. Obrigada pelas respostas Camila.

    Desculpe acho q me expressei mal. Acendo as velas antes da gira, mas no terreiro mesmo.

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  8. Camila, então seria certo afirmar que, sem a presença de corrente de vento, as velas que se consomem rapidamente no ponto é porque está sendo muito necessário o uso do elemento fogo para dissipar alguma energia? Em algumas giras as velas ficam acessas e não há nenhuma modificação em seu formato, já em outras as velas 'choram" muito até se consumirem totalmente.
    Outra pergunta que gostaria que respondesse é quando a entidade após apagar o ponto dá uma das velas para o consulente acender no jardim dos Orixás.Esta vela estaria especialmente imantada para o trabalho?

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  9. Olá Camila,
    Existe algum inconveniente em acender velas em casa? (Quando não existe a possibilidade de ir a um local na natureza acender a vela). E nos casos de acender a vela ao anjo da guarda, posso acender diariamente em casa? ou tem algum inconveniente ao dar luz e depois receber energias densas procurando essa luz? Me desculpe a confusão, mas gostaria de entender. Obrigada e um beijinho. Ana.

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  10. Oi Ana,
    neste caso (acender para Anjo da guarda) não há problema, o único problema é acender vela para trabalho, daí não é recomendável em casa em razão dessa energia que você falou.

    Axé!!
    Camila

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  11. Andréa,

    na realidade você já explicou que dependem de vários fatores, entre eles a corrente de ar e a energia que demanda em um certo trabalho.

    No caso da entidade dar uma vela depois de ter apagado o ponto, acredito que neste caso o trabalho que ali estava já foi concluído, não há razão em pedir que o consulente leve uma vela para dar continuidade ao trabalho que já foi desfeito.

    Saravá,
    Camila

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  12. Olá, Camila..esses dias estava lendo o site do Terreiro e li lá que não se deve acender velas na Igreja.. você pode me explicar o porque? só a questão de Curiosidade mesmo..

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  13. Camila, queria aproveitar o espaço pra fazer uma outra pergunta que não é relacionada a isso.. tem problema?
    é que estou começando agora a frequentar e gostaria de saber se preciso levar algo pra descobrir qual é o meu orixá (desculpe se estou postando em termos errados..)?

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  14. Francine,
    Você precisa de obi só.

    Axé,
    Camila

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  15. Francine,
    Não há razão para uma entidade pedir para acender vela na Igreja, se a nossa religião é Umbanda.

    Axé,Camila

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  16. Gostaria de postar um pequeno texto que achei pertinente:
    O elemento fogo - na religião

    A humanidade sempre nutriu um respeito profundo pelo fogo e o poder à ele atribuído. Esse respeito pelo fogo e a curiosidade em relação a ele provavelmente começaram quando os seres humanos adquiriram coragem suficiente para levar o fogo causado pelo relâmpago para seus acampamentos e usá-lo para se aquecer e cozinhar. Alguns arqueólogos colocam essa ocorrência entre 250 e quinhentos mil anos atrás. Enquanto os seres humanos não aprendiam a acender sozinhos o fogo, nossos ancestrais tinham muito cuidado em manter aceso o tempo todo esse fogo "capturado e sagrado".
    Não demorou muito para os seres humanos descobrirem que o fogo possuía dois aspectos: um sagrado e um mundano. OS Xamãs acendiam o fogo de maneiras específicas com madeiras especiais. Eles usavam esse fogo para iluminar cavernas misteriosas e locais de poder sagrado onde somente certas pessoas entravam para participar de rituais místicos. Esse fogo sagrado ajudava o xamã e outros participantes iniciados a entrar em contato com os mundos espirituais onde eles recebiam mensagens e aprendiam em primeiro lugar a magia e a arte da cura. Uma vez que o fogo podia ser ou criativo ou destrutivo, acreditava-se que aqueles que lidavam com ele haviam sido tocados pelo divino.
    Muitas divindidades de culturas de todo o mundo são associadas ao fogo em uma ou vários de suas formas, como a lareira, os vulcões e o relâmpago.
    Muito mais tarde na história, os seres humanos desenvolveram formas mais portáteis para usar o fogo sagrado. Primeiro surgiu a tocha e depois a lamparina de azeite e as velas. Os lugares sagrados eram sempre iluminados por essas formas de fogo em miniatura, bem como também o eram os altares privados nos lares. Os sacerdotes ensinavam que a chama das lamparinas e das velas representavam o mais elevado potencial do espírito e que a fumaça conduzia as preces e os desejos dos adoradores para a esfera espiritual.
    As ervas eram queimadas como incenso, onde não apenas exalavam um aroma agradável, como também frequentemente eram escolhidas pela sua capacidade de desencadear estados alterados que conduziam o sacerdote a um estado de consciência mais elevado. Acompanhados pela prece, cantos, danças e/ou concentração profunda, os sacerdotes aprendiam que eram capazes de transformar seus desejos em realidade.
    Desse modo, a magia foi descoberta.
    Até mesmo hoje, os rituais do fogo ainda são usados em muitas culturas e religiões ao redor do mundo. Quase todas as religiões usam velas, lamparinas ou incenso para caracterizar seus templos religiosos e cerimônias.
    O fogo sempre foi sagrado. As memórias genéticas nos fazem lembrar que ele ainda é. Como resposta, somos atraídos pelas velas, quer as usemos em rituais quer simplesmente as acendamos em um bolo de aniversário ou na mesa para um jantar especial.

    Fragmento do livro - Velas magia e ritual de D.J.Conway

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  17. Olá Camila,
    Gostaria de saber se existe algum significado quando acendemos uma vela ela quebrar?
    Axé.

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  18. Jessica,
    A vela quebrou antes de acender ou quando já acesa?
    Você estava manipulando ela??

    Camila

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  19. Camila,
    No caso estava acendedo para Oxala, antes do trabalho e ela quebrou antes de acendela!

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  20. Jessica,
    muitas velas tem problemas de fabricação e por isso às vezes quebram por defeito da própria vela. Espiritualmente não tem significado.
    Não se acende vela quebrada por ser dificil de queimar e é um defeito já constatado e não deve ser usado por isso.

    Axé,
    Camila

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