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quinta-feira, 21 de julho de 2011

EXAGEROS?

Em todas as giras os dirigentes fazem observações sobre o desenvolvimento delas.
Uma questão a ser observada é a seguinte: médiuns que vão com roupas coloridas, acessórios, perfumes, pinturas são diferentes daqueles que vão apenas com roupa branca? Qual é a real necessidade de tudo isto?

Axé,
Camila

12 comentários:

  1. Não aceitei o comentário por falta de identificação. Favor refazer a pergunta identificando-se.
    Camila

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  2. Acho que esta é uma "faca de dois gumes"...

    Por um lado, utilizar elementos de vestuário e afins pode auxiliar no entrosamento com a energia da entidade, auxiliar o médium a entrar na vibração do Cigano(a), do Caboclo(a), etc. Mas apenas como auxilio ao médium, como elementos externos que ajudam na concentração e entrosamento.

    Por outro lado, como qquer outra coisa, o excesso e a falta de bom senso podem ser bastante prejudiciais...

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  3. Vejo que algumas coisas sao importantes, uma bengala de preto velho, uma capa de exu, uma saia de cigana ou PG, um coité ou chocalho de caboclo e etc, por exemplo. Agora não entendo pq a necessidade de se parecer exatamente com entidade qdo incorporado ou de trazer centenas de "acessórios". Nao somos a entidade qdo viveu na terra pra começar, e estamos ali para trabalhar. Os elementos que são pedidos POR ELAS sao uteis no trabalho e trazem uma carga de energia necessária. Ai já discutindo isso com algumas pessoas, ouvi sobre a necessidade dos consulentes em verem dessa forma, de entenderem o espirito que esta ali atraves dessas imagens criadas e a segurança do medium qdo tem essas trocentas coisas. Tudo isso faz um nexo... Porém, minha opiniao ainda é que a simplicidade é a umbanda pés no chão que admiro e que no final se for pra fazer o bem, o intuito do medium for bom e a troca de energias acontecer plenamente, a consulta ou trabalho feito será maravilhoso de qualquer forma...

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  4. Estamos falando de exageros apenas em vestuário? Ou pode-se falar em exagero no comportamento, quando o médium se excede naquilo que a entidade faz e acaba fazendo por conta própria?
    Nisso a lista ampliaria um pouquinho, pq teríamos pinturas no corpo, brados, giros, caras e bocas, vestuário, chocalhos, capas, bengalas, roupas coloridas, perfumes e todo tipo de bugigangas...

    Acho que tudo faz parte do desenvolvimento. O médium que se excede aprende através desse processo, ainda que "fazendo o que não deveria" e a entidade usa toda a parafernália pra firmar o cavalo, no ritmo que for necessário.

    Acho errado eu dizer: "Isso é certo; Isso é errado" ao apontar o dedo pra exemplos que podem ser citados aos montes. Tudo faz parte do desenvolvimento daquela pessoa. Existe o método "receoso", no qual o médium procura não cometer exageros (e pode acabar, infelizmente, limitando o trabalho da entidade nesse processo) e o método "excessivo", no qual o médium faz tudo o que pode e vai aprendendo que a entidade não precisa de uma roupa X ou Y pra trabalhar bem.

    Estamos todos buscando o meio termo nesse caso, não? E vamos atingi-lo independente do ponto do qual partirmos.

    Fabio

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  5. Mucuiu Mãe Camila, Pai Fernando!

    Respondendo a pergunta em questão: não, os médiuns que vão paramentados não são diferentes que os outros que usam tão somente o branco.

    Em relação à outra pergunta sobre qual a necessidade de tudo isso? Na boa? Não há necessidade.

    Vale lembrar que o TPM, dirigido pelo Pai Fernando de Ogum e pelo Caboclo Akuan, está, a cada dia, no caminho da simplicidade. E a simplicidade é tudo. Cada casa tem sua regra. Portanto, acredito sim ser necessário apontar o que é certo e o que é errado. Não fosse isso, o descontrole está instaurado. E cada qual sente-se bem onde lhe convém.

    Sabemos, pelo bom censo, o que é certo e o que é errado. O que podemos e o que não podemos fazer. E assim sigo, fervorosamente, sem medo de errar, os ensinamentos da nossa casa.

    O Homem precisa parar com invencionices. O dirigente tem o dever de guiar, dirigir.

    Estamos, médiuns e espíritos, trabalhando com o mesmo propósito. É o conjunto de ações e pensamentos que desenvolvem a Umbanda.

    Por enquanto, é isso!

    Saravá!

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  6. ERRATA: por um ato falho, escrevi, de forma errada, a palavra senso (no texto, censo), quando me referi ao conceito de "bom senso". Por isso, peço desculpas ao leitores.
    Obrigado,
    Rodrigo Fornos

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  7. Uma coisa são os instrumentos de trabalho, indispensáveis: a capa de um exú, a bengala de um preto-velho, o charuto do caboclo, os brinquedos dos erês. Terreiro não é passarela e qualquer coisa que fuja à necessidade da entidade, do trabalho ou da casa, deve ser veementemente coibido. Faço coro com Rodrigo Fornos: Umbanda é simplicidade. Sentimento acima de tudo.
    Luiz C. Castro

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  8. Kleber, aqui é o Bitty representante da Gira do Sábado! Que neste foi Gira de Exu! Não incorpora nenhum baiano! Penso que vc deve estar falando de outro terreiro! Abraço com Axe! Bitty

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  9. Oie eu queria saber porq quando eu vou ver alguma gira eu fico nervoso fico tremendo arrepios

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  10. Habbudos,
    Talvez você tenha muita mediunidade, mas a tendência é que isso diminua com a tua freqüência nas giras, porque você aprende a lidar melhor com ela.
    Saravá,
    Camila

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  11. Oi Camila,
    Meu nome é Ursula, minha dúvida é a seguinte: Eu só levo trombada na vida, apesar de cuidar dos meus.. isso será carma?

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  12. Camila, Meu nome é Ursula. Minha dúvida é estou numa escola de Umbanda, podemos cuidar das entidades sem oferendas?

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