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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Foto da Lucilia Guimarães



Não vale a pena lutar para conservar o planeta assim? Essa tarefa também faz parte da Umbanda.

4 comentários:

  1. Primeiro, parabéns pelo blog. Segundo, adoro as fotos da Lu. Terceiro, vale a pena sim lutar para conservar o planeta, Pai Fernando. E isto também diz respeito a todos.
    Nós Umbandistas temos que nos conscientizar principalmente quando fazemos as nossa oferendas. Claro que somos privilegiados por termos um local para realizarmos isso, mas cabe a todos observar que após as entregas, no final, o que resta é material inorgânico, não degradável. Assim, necessário que se busque realizar os amalás com materias bio-degradáveis (de preferência) e sem materiais que por consequência possam aumentar a poluição de rios, mares e matas. Inclusive na Bahia está tendo início um movimento desta natureza, pricipalmente na festa de Iemanjá, ocasião em são lançados ao mar diversos barquinhos com suas oferendas (garrafas, vidros, plásticos, copos, espelhos, fitas, etc). É preciso estar atendo a estas questões sim.
    Um beijo

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  2. Linda foto!
    Orixá é força da natureza: água, terra, fogo e ar.
    Sem Orixá não existe Umbanda.
    Então, destruindo a natureza estamos destruindo o que cultuamos, o que para nós é mais sagrado.

    Axé!

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  3. Pai Fernando, vi um véido seu no youtube, é um belo ser humano,expressa bondade e sabedoria, queria ter o privilégio de conhecê-lo, conhecer a UMBANDA através de pessoas de boa índole como o senhor, tenho visto assuntos sobre a UMBANDA e passei a ter uma visão diferente do que é, a UMBANDA é amor, é respeito, é amor à natureza, queria poder fazer parte disso.
    Junior (jrsantiagofilho@hotmail.com)

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  4. Olá seu Fernando, quanto tempo! Grande saudade!
    Há nove anos vivo por estas bandas amazônicas, em Belém. Durante os 7 primeiros anos, fui umbandista doméstica, de pequeno altar caseiro, mas com a mesma fé. Mas como Umbanda é movimento, feito de ciclos, como o rio que naturalmente segue seu rumo, encontrei-me novamente no caminho da Gira. Trata-se de uma casa de Umbanda Sagrada das mais notáveis - Tenda Espírita Luz do Oriente.Tão parecida e ao mesmo tempo diferente do que eu conhecia, única na verdade, como cada casa de fé o é, afinal de contas constituída por pessoas e guias que são ao final exclusivos porque culturalmente diversos e individualmente únicos. Quando percebi que a prática da Umbanda voltava à minha vida, pedi licença a minha casa de Origem - que também é a sua - Tenda Espírita São Sebastião - e com as bençãos de minha Yalorixá primeira - Dona Stelinha, retomei a prática da Umbanda. Agora num outro momento, um outro ciclo, penso eu. Com mais estudo e reflexão sobre os fundamentos da nossa religião. Há também muita coisa nova, especialmente a Encantaria, com seus ritos da Mina e seus Guias - Dona Toya Jarina, Dona Mariana, Dona Erondina, o Povo de Légua...entidades de muita luz, força e beleza,que aí no Sul, ao menos eu, desconhecia. Pois bem, seu Fernando, cá estou eu de volta. Agora que achei o seu blog volto a ser, de alguma forma, sua "seguidora".
    Com carinho.

    PS1:Abraço grande para a Lucília.

    PS2:Logo uma amiga minha daqui, Alana, estará indo morar aí em Curitiba. Vou repassar o contato da Casa de Pai Maneco para ela renovar o Axé por essas plagas.

    Nanani

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